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quinta-feira 01 2026

CARTA DO CACIQUE SEATTLE AO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS 📜


"Tudo quanto fere a Terra, fere também os filhos da terra." (Cacique Seattle, 1885)

Carta do Cacique Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, para o Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855.

Depois de o governo ter dado a entender que pretendia comprar o território da tribo. "O grande chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e sua benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em tua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe em Washington pode confiar no que o chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alternação das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas não empalidecem". Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é-nos estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como podes então comprá-los de nós?Decidimos apenas sobre o nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias arenosas, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual a outro. Porque ele é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de exauri-la, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo dos seus pais, sem remorsos de consciência. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece a sepultura dos antepassados e o direito dos filhos. Sua ganância empobrecerá a terra e vai deixar atrás de si os desertos. A vista de suas cidades é um tormento para os olhos do homem vermelho. Mas talvez isso seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem um lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem da primavera ou o tinir das asas de insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é para mim uma afronta contra os ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo, à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho da água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho. Porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar - animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo ele é insensível ao seu cheiro. Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, os índios, matamos apenas para sustentar nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo que fere a terra fere também os filhos da terra. Os nossos filhos viram seus pais serem humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, e envenenam seu corpo com alimentos doces e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, até mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que tem vagueado em pequenos bandos nos bosques, sobrará para chorar sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso. De uma coisa sabemos que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: - O nosso Deus é o mesmo Deus! - Julgas, talvez, que o podes possuir da mesma maneira como desejas possuir a nossa terra. Mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira. E quer bem igualmente ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. E causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo seu Criador. O homem branco também vai desaparecer talvez mais depressa do que as outras raças. Continua poluindo tua própria cama, e hás de morrer uma noite, sufocado nos teus próprios dejetos! Depois de abatido o último bisonte e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, e quando as colinas escarpadas se encherem de mulheres a tagarelar - onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará o adeus à andorinha da torre e à caça, o fim da vida e o começo da luta para sobreviver. Talvez compreenderíamos se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar os desejos para o dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos, temos de escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos, é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os últimos dias conforme desejamos. Depois do último homem ter partido e a sua lembrança não passar de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda tua força, o teu poder, e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum." 

FONTE:  https://biblioteca.funai.gov.br/media/pdf/Folheto43/FO-CX-43-2698-2000.pdf

quarta-feira 31 2025

QUE DEUS CRIADOR ABENÇOE À TODOS NÓS NESSE NOVO CICLO QUE SE INICIA 📆

 

DESEJAMOS À TODOS MUITAS FELICIDADES, PAZ E SAÚDE.

QUE DEUS, CRIADOR, DERRAME BÊNÇAOS SOBRE VOCÊ E SUA FAMÍLIA NESTE NOVO ANO QUE ADENTRA.

FELIZ 2026!

QUE HAJA LUZ!

Professor Gneto Lopes

terça-feira 30 2025

ANACETABA 🌴⚓


Taba dos Anacés

Anacetaba em tupi quer dizer “Taba dos Anacés”, tribo indígena que dominou principalmente o litoral norte a partir do rio Curu. De mistura potiguara (tupi) com tapuias e tremembé, em Trairi eram conhecidos como pitiguaras, hoje resistindo como anacé. Com a partida de Jacaúna (conhecido também como o primeiro dos grupos familiares Camarão e Algodão) com os padres jesuítas para a criação de aldeias missionárias nas adjacências de Fortaleza, (Anacé) manteve resistência no rio Siupé, continuando instalada em São Gonçalo do Amarante e em Caucaia.

Neco Martins - Fundador de São Gonçalo do Amarante

 Com a chegada do Sr. Manoel Martins de Oliveira e de sua esposa, Dona Filomena, no início do Séc. XX, Anacetaba começou a se desenvolver. Seu Neco, avô do ex-prefeito Maurício Brasileiro Martins e tio-avô de Salvador Martins, ex-coletor de Trairi, cedeu o terreno onde foi construída a capela que levou o nome do Santo de sua devoção, São Gonçalo, e em torno dela nasceu a vila de São Gonçalo. Como a maioria das famílias que se fixaram no Vale do Curu, os Martins têm origem do Sertão Central, especificamente de Quixadá, de onde muitos migraram durante a praga da varíola durante a seca de 1877 e após a crise do algodão, ou mesmo antes, no auge das charqueadas, nas ribeiras dos grandes rios, como Acaraú, Mundaú, Siupé e Aracati.

FONTE: Blog Ceará na História

   NOTA NOSSA   

JACAÚNA (Aquele que tem a cabeça preta):

Jacaúna foi um importante chefe indígena potiguara do litoral cearense, notavelmente atuante no início do século XVII, desempenhou um papel crucial na colonização portuguesa do Ceará.
Papel Histórico:
  • Aliança com os Portugueses: Jacaúna foi um aliado fundamental de Martim Soares Moreno, o militar português considerado o fundador do Ceará.

  • Fundação do Forte de São Sebastião: Com a ajuda de Jacaúna e seu povo, Martim Soares Moreno conseguiu estabelecer o Forte de São Sebastião em 1612, um marco na ocupação portuguesa da região.
  • Resistência e Conquista: A colaboração de Jacaúna foi essencial para que os portugueses superassem a hostilidade inicial de outros grupos indígenas e as dificuldades impostas pelo ambiente, consolidando a presença da coroa lusitana na capitania do Ceará.
  • Figura Literária: A importância de Jacaúna e de Martim Soares Moreno para a história local é tamanha que a relação entre os colonizadores e os povos originários foi imortalizada no romance "Iracema", de José de Alencar, onde Martim Soares Moreno é o "guerreiro branco".

    Portanto, Jacaúna é uma figura histórica central para a fundação do Ceará, cuja atuação se deu no século XVII, em um período de intensos conflitos e alianças entre portugueses, holandeses e diversos povos indígenas.
  • ANACÉ: Significado em Tupi.
  • Na língua tupi, a palavra Anacé significa "parente".

segunda-feira 29 2025

AGENDA ANACÉ - Dezembro 📆

AGENDA - DEZEMBRO

Dezembro de 2025 na Aldeia Anacé (Povo Anacé do Ceará) foi um período de atividades importantes de fortalecimento cultural e político, com destaque para a participação em eventos estaduais como a Assembleia Legislativa do Ceará (ALece) em 9 de dezembro, reforçando a luta dos povos indígenas por direitos e demarcação de terras, e a criação do coletivo de comunicação indígena AFLUENTE em 18 de dezembro, mostrando a força da comunicação vinda do território e a resistência dos povos originários.
Principais acontecimentos:
  • 09 de Dezembro: Representantes do Povo Karão Jaguaribaras (Anacé) participaram da entrega do Prêmio Frei Tito de Alencar de Direitos Humanos na ALece, reafirmando a luta indígena e a oposição ao Marco Temporal, como mostra a postagem no Instagram.
  • 18 de Dezembro: Lançamento do Coletivo de Comunicação Indígena AFLUENTE, nascido na Aldeia Lago do Soares, com o objetivo de dar voz ao território, registrar sua história e lutar contra o silêncio, conforme comunicado da Secretaria dos Povos Indígenas do Ceará.
  • Destaques no site da SEPINCE: Em 3 de dezembro, o site da Secretaria dos Povos Indígenas destacou a consolidação do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPIN) e a conclusão dos Protocolos de Consulta, eventos que impactam diretamente a comunidade Anacé e outros povos.

sábado 27 2025

MINERAÇÃO EM SERROTE 🦽🚧

 Pedra Blue Deep
FOTO: Vermon mineração

No distrito de Serrote é extraída uma pedra natural exótica, comercializada com os nomes de "Blue Deep" e "Roma Imperiale". 
A "Blue Deep" é notável pelo seu tom predominante de azul profundo com veios circulares. Já a "Roma Imperiale" é uma rocha de tonalidade clara com imponentes veios dourados e marrons. Ambas são rochas ornamentais de alta resistência, extraídas de jazidas próprias da empresa Vermont Mineração, que as comercializa em blocos para uso em projetos internos e externos. 
Além dessas, a região também possui extração de agregados para construção civil, como areia, cascalho e pedregulho, por outras empresas mineradoras. Estudos complementares em sítios arqueológicos na área da LT Serrote identificaram, ainda, núcleos em quartzo. 

sexta-feira 26 2025

CENTRO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

FOTO: semace.ce.gov.br

 São Gonçalo do Amarante-CE possui um Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) em operação, localizado na ZPE, com um grande aterro para resíduos Classe II (comuns) e outro para Classe I (perigosos), operado pela Marquise, com vida útil de mais de 20 anos para os resíduos comuns, sendo uma importante infraestrutura para a gestão de resíduos no estado. 

Detalhes Importantes:
  • Localização: Rodovia CE-156, km 54, na Zona de Processamento e Exportação (ZPE).
  • Operadora: Empresa Marquise Serviços Ambientais.
  • Capacidade: Área total de mais de 1,5 milhão m², com células para resíduos Classe I e Classe II.
  • Finalidade: Destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos, substituindo lixões e visando à sustentabilidade.
  • Status: Em funcionamento, sendo um dos aterros sanitários do Ceará, com estudos e licenças ambientais (Semace) para sua operação e expansão.
Para mais informações:

quarta-feira 24 2025

domingo 21 2025

PADROEIROS CATÓLICOS DOS DISTRITOS 🕍

CALENDÁRIO DAS FESTAS DOS PADROEIROS 

UMARITUBA - São Pedro.
CROATÁ - N. Senhora do Carmo + Santo Antônio (Violete) + Santa Luzia (Lagoa do Mato).
SERROTE - Nossa Senhora de Fátima.
CÁGADO - (Livro não menciona).
SIUPÉ - Nossa Senhora da Soledade.
TAÍBA - São Francisco.
PECÉM - São Luiz de Gonzaga.
SEDE - São Gonçalo do Amarante.

FONTE: Livro Taba dos Anacés / Autor: Overlan G. Coprreia / p. 26.

sábado 20 2025

SGA - Dados e Origem

 

Dados do município/localização

 Fundação: 27/11/1868
 Emancipação Política: 27 DE NOVEMBRO
 Gentílico: GONÇALENSE
 Unidade Federatíva: CEARÁ
 Mesorregião: NORTE CEARENSE
 Microrregião: BAIXO CURU
 Distância para a capital: 55 KM

Dados de características geográficas

 Área: 842.635,00
 População estimada: 54143
 Densidade: 64,25
 Altitude: 30
 Clima: TROPICAL ATLÂNTICO E SEMIÁRIDO BRANDO
 Fuso Horário: UTC - 3

Origem

Distrito criado com a denominação de Paracuru, por pela Lei Provincial n.º 1.020, de 14-11-1862 e por Ato Provincial de 06-07-1863.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Paracuru, pela Lei Provincial n.º 1.235, de 27-11-1868, desmembrado de Trairi. Sede na povoação de Alto Alegre do Paraisinho.
Pela Lei Provincial n.º 1.604, de 14-08-1874, a vila é extinta, sendo seu território anexado ao município de Trairi. Esta mesma lei transfere a sede para Trairi.
Elevado à categoria de município com a denominação de Paracuru, pelo Decreto Estadual n.º 73, de 01-10-1890, desmembrado de Trairi. Sede no núcleo de Paracuru. Constituído de 2 distritos: Paracuru e São Gonçalo. Instalado em 25-10-1890.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Paracuru e São Gonçalo.
Pela Lei Estadual n.º 1.841, de 17-08-1921, é transferida a sede do município da povoação de Paracuru para a de São Gonçalo.
Pela Lei Estadual n.º 1.936, de 12-11-1921, o município de Paracuru passou a denominar-se São Gonçalo.
Pela Lei Estadual n.º 2.368, de 30-07-1926, a sede do município volta a denominar-se Paracuru.
Pelo Decreto n.º 193, de 20-05-1931, o município de Paracuru adquiriu o extinto município de Trairi, como simples distrito.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 8 distritos: Paracuru, Mundaú, desmembrado de Trairi, Passagem do Tigre, Pecém, São Gonçalo, Serrote, Siupé e Trairi.
Pelo Decreto n.º 64, de 07-08-1935, é transferida a sede novamente de Paracuru para São Gonçalo e deu ao município esta denominação.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município já denominado São Gonçalo é constituído de 8 distritos: São Gonçalo, Mundaú, Passagem do Tigre, Paracuru, Pecém, Serrote, Siupé e Trairi.
Pelo Decreto Estadual n.º 448, de 20-12-1938, o distrito de Passagem do Tigre passou a denominar-se simplesmente Tigre. Sob o mesmo Decreto o município de São Gonçalo adquiriu o distrito de Umarituba (ex-Umari) do município de Souré.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 9 distritos: Sã Gonçalo, Mundaú, Tigre (ex-Passagem do Tigre), Paracuru, Pecém, Serrote, Suipé, Cuprituba (ex-Umari) e Trairi.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 1.114, de 30-12-1943, o município de São Gonçalo passou a denominar-se Anacetaba e o distrito de Tigre a denominar-se Paraipaba.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município já denominado Anacetaba é constituído de 9 distritos: Anacetaba, Mundaú, Paracuru, Paraipaba (ex-Tigre), Pecém, Serrote, Siupé, Trairi e Umarituba.
Pela Lei Estadual n.º 1.153, de 22-11-1953, o município de Anacetaba passou a denominar-se São Gonçalo do Amarante. Sob o mesmo Decreto são desmembrados do município de São Gonçalo os distritos de Trairi e Mundaú para constituírem o novo município de Trairi e ainda são desmembrados os distritos de Paracuru e Paraipaba para constituírem novo município de Paracuru.
Em divisão territorial datada de 1955, o município é constituído de 5 distritos: São Gonçalo, Pecém, Serrote, Siupé e Umarituba.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual n.º 6.512, de 05-09-1963, é criado o distrito de Croatá e anexado ao município de São Gonçalo do Amarante.
Pela Lei Estadual n.º 6.664, de 14-10-1963, são desmembrados do município de São Gonçalo os distritos de Pecém e Siupé para formar o novo município de Recém.
Pela Lei Estadual n.º 8.339, de 14-12-1965, o município de São Gonçalo do Amarante adquiriu os distritos de Pecém e Serrote, pois o município de Pecém foi criado e não instalado.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído de 6 distritos: São Gonçalo do Amarante, Croatá, Pecém, Serrote, Siupé e Umarituba.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VIII-1983.
Pela Lei Municipal n.º 11.207, de 1986, é criado o distrito de Taiba e anexado ao município de São Gonçalo.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 7 distritos: São Gonçalo do Amarante, Croatá, Pecém, Serrote, Siupé, Taiba e Umarituba.
Em divisão territorial datada de 2013, o município é constituído de 8 distritos: São Gonçalo do Amarante, Cágado, Croatá, Pecém, Serrote, Siupé, Taiba e Umarituba.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.

FONTE: https://www.saogoncalodoamarante.ce.gov.br/omunicipio.php

sexta-feira 19 2025

O EQUÍVOCO NA IMAGEM DE SÃO GONÇALO

 
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FONTE: Livro Taba dos Anacés / Autor: Overlan G. Correia