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segunda-feira 05 2026
domingo 04 2026
sábado 03 2026
BANDEIRA e BRASÃO COM QUESTÕES INTERPRETATIVAS. 💻📚📖
1- Quais são as cores predominantes que compõem o fundo da bandeira de São Gonçalo?
2- Na simbologia da bandeira, o que a cor verde representa para o município?
3- A cor branca, localizada na faixa da bandeira, possui qual significado simbólico?
4- O que representam as estrelas na bandeira?
5- Diga qual estrela representa o seu distrito. Descreva a localização da estrela na bandeira.
6- Observe atentamente a bandeira de SGA e diga qual estrela representa a Sede do município. Justifique a sua resposta.
7- No Brasão, existem uma árvore de cada lado. Qual o nome dessa árvore e qual o motivo dela estar no brasão do município?
8- Qual elemento no brasão representa os distritos do litoral?
9- Pesquise o que representa o Cocar no topo do brasão.
10- Diga a data de emancipação política de SGA e quantos anos tem na atualidade.
sexta-feira 02 2026
HINO DE SÃO GONÇALO e SUGESTÕES DE TAREFAS 🔊
Objetivo: Completar as lacunas usando a lógica das rimas e o conhecimento da letra.
Instruções: Tente preencher as palavras que faltam sem olhar a letra original.
"São Gonçalo, celeiro ditoso, Onde a paz faz sua __________. Teus filhos, de um povo brioso, São pujantes em palavras e __________."
"As carnaúbas altivas em noite de lua, Formam lindos __________; O luar eterno te beija e flutua, Que és gentil noiva dos __________."
(Dica: As rimas são intercaladas A-B-A-B)
2. Desafio: "Quem Sou Eu?" (Elementos do Hino)
Objetivo: Identificar os símbolos citados na letra através de charadas.
Sou um povo indígena: "Dominávamos estas plagas com o nosso valor no passado."
Resposta: Anacés.
Sou uma árvore de cera: "Sou altiva à noite e sou considerada a noiva da cidade."
Resposta: Carnaúba.
Sou uma embarcação: "Refleto o arrojo dos ideais do povo quando sou lançada ao mar."
Resposta: Jangada.
Sou uma característica das dunas: "No hino, sou descrita como algo muito alvo (branco)."
Resposta: Alvas (Brancas).
3. Dinâmica em Grupo: O Mapa do Hino
Objetivo: Associar os versos às características geográficas do município.
Se você estiver em uma sala de aula ou com amigos, desenhe um mapa simbólico de São Gonçalo do Amarante e peça para os participantes colarem os versos do hino nos locais correspondentes:
No Litoral (Praias): Colar o verso "Tuas dunas tão alvas e praias enfeitadas".
Nas Plantações: Colar o verso "De coqueiros augustos e verdes cajuais".
Nas Várzeas (Campos): Colar o verso "Estas várzeas que o sol cearense esposaram".
quinta-feira 01 2026
CARTA DO CACIQUE SEATTLE AO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS 📜
Carta do Cacique Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, para o Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855.
Depois de o governo ter dado a entender que pretendia comprar o território da tribo. "O grande chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e sua benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em tua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O grande chefe em Washington pode confiar no que o chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alternação das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas não empalidecem". Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é-nos estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como podes então comprá-los de nós?Decidimos apenas sobre o nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias arenosas, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual a outro. Porque ele é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de exauri-la, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo dos seus pais, sem remorsos de consciência. Rouba a terra dos seus filhos. Nada respeita. Esquece a sepultura dos antepassados e o direito dos filhos. Sua ganância empobrecerá a terra e vai deixar atrás de si os desertos. A vista de suas cidades é um tormento para os olhos do homem vermelho. Mas talvez isso seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende. Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem um lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem da primavera ou o tinir das asas de insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é para mim uma afronta contra os ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo, à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho da água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho. Porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar - animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo ele é insensível ao seu cheiro. Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição. O homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser certo de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, os índios, matamos apenas para sustentar nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo que fere a terra fere também os filhos da terra. Os nossos filhos viram seus pais serem humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, e envenenam seu corpo com alimentos doces e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, até mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que tem vagueado em pequenos bandos nos bosques, sobrará para chorar sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso. De uma coisa sabemos que o homem branco talvez venha um dia a descobrir: - O nosso Deus é o mesmo Deus! - Julgas, talvez, que o podes possuir da mesma maneira como desejas possuir a nossa terra. Mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira. E quer bem igualmente ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. E causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo seu Criador. O homem branco também vai desaparecer talvez mais depressa do que as outras raças. Continua poluindo tua própria cama, e hás de morrer uma noite, sufocado nos teus próprios dejetos! Depois de abatido o último bisonte e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, e quando as colinas escarpadas se encherem de mulheres a tagarelar - onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará o adeus à andorinha da torre e à caça, o fim da vida e o começo da luta para sobreviver. Talvez compreenderíamos se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar os desejos para o dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos, temos de escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos, é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os últimos dias conforme desejamos. Depois do último homem ter partido e a sua lembrança não passar de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças como era a terra quando dela tomaste posse. E com toda tua força, o teu poder, e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum."
FONTE: https://biblioteca.funai.gov.br/media/pdf/Folheto43/FO-CX-43-2698-2000.pdf
quarta-feira 31 2025
QUE DEUS CRIADOR ABENÇOE À TODOS NÓS NESSE NOVO CICLO QUE SE INICIA 📆
DESEJAMOS À TODOS MUITAS FELICIDADES, PAZ E SAÚDE.
QUE DEUS, CRIADOR, DERRAME BÊNÇAOS SOBRE VOCÊ E SUA FAMÍLIA NESTE NOVO ANO QUE ADENTRA.
FELIZ 2026!
QUE HAJA LUZ!
Professor Gneto Lopes
terça-feira 30 2025
ANACETABA 🌴⚓
Neco
Martins - Fundador de São Gonçalo do Amarante
Com a
chegada do Sr. Manoel Martins de Oliveira e de sua esposa, Dona Filomena, no
início do Séc. XX, Anacetaba começou a se desenvolver. Seu Neco, avô do
ex-prefeito Maurício Brasileiro Martins e tio-avô de Salvador Martins,
ex-coletor de Trairi, cedeu o terreno onde foi construída a capela que levou o
nome do Santo de sua devoção, São Gonçalo, e em torno dela nasceu a vila de São
Gonçalo. Como a maioria das famílias que se fixaram no Vale do Curu, os Martins
têm origem do Sertão Central, especificamente de Quixadá, de onde muitos
migraram durante a praga da varíola durante a seca de 1877 e após a crise do
algodão, ou mesmo antes, no auge das charqueadas, nas ribeiras dos grandes
rios, como Acaraú, Mundaú, Siupé e Aracati.
FONTE: Blog Ceará na História
- Aliança com os Portugueses: Jacaúna foi um aliado fundamental de Martim Soares Moreno, o militar português considerado o fundador do Ceará.
- Fundação do Forte de São Sebastião: Com a ajuda de Jacaúna e seu povo, Martim Soares Moreno conseguiu estabelecer o Forte de São Sebastião em 1612, um marco na ocupação portuguesa da região.
- Resistência e Conquista: A colaboração de Jacaúna foi essencial para que os portugueses superassem a hostilidade inicial de outros grupos indígenas e as dificuldades impostas pelo ambiente, consolidando a presença da coroa lusitana na capitania do Ceará.
- Figura Literária: A importância de Jacaúna e de Martim Soares Moreno para a história local é tamanha que a relação entre os colonizadores e os povos originários foi imortalizada no romance "Iracema", de José de Alencar, onde Martim Soares Moreno é o "guerreiro branco".
Portanto, Jacaúna é uma figura histórica central para a fundação do Ceará, cuja atuação se deu no século XVII, em um período de intensos conflitos e alianças entre portugueses, holandeses e diversos povos indígenas. - ANACÉ: Significado em Tupi.
- Na língua tupi, a palavra Anacé significa "parente".
segunda-feira 29 2025
AGENDA ANACÉ - Dezembro 📆

AGENDA - DEZEMBRO
- 09 de Dezembro: Representantes do Povo Karão Jaguaribaras (Anacé) participaram da entrega do Prêmio Frei Tito de Alencar de Direitos Humanos na ALece, reafirmando a luta indígena e a oposição ao Marco Temporal, como mostra a postagem no Instagram.
- 18 de Dezembro: Lançamento do Coletivo de Comunicação Indígena AFLUENTE, nascido na Aldeia Lago do Soares, com o objetivo de dar voz ao território, registrar sua história e lutar contra o silêncio, conforme comunicado da Secretaria dos Povos Indígenas do Ceará.
- Destaques no site da SEPINCE: Em 3 de dezembro, o site da Secretaria dos Povos Indígenas destacou a consolidação do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPIN) e a conclusão dos Protocolos de Consulta, eventos que impactam diretamente a comunidade Anacé e outros povos.
domingo 28 2025
sábado 27 2025
MINERAÇÃO EM SERROTE 🦽🚧
![]() |
| FOTO: Vermon mineração |
sexta-feira 26 2025
CENTRO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
![]() |
| FOTO: semace.ce.gov.br |
São Gonçalo do Amarante-CE possui um Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) em operação, localizado na ZPE, com um grande aterro para resíduos Classe II (comuns) e outro para Classe I (perigosos), operado pela Marquise, com vida útil de mais de 20 anos para os resíduos comuns, sendo uma importante infraestrutura para a gestão de resíduos no estado.
- Localização: Rodovia CE-156, km 54, na Zona de Processamento e Exportação (ZPE).
- Operadora: Empresa Marquise Serviços Ambientais.
- Capacidade: Área total de mais de 1,5 milhão m², com células para resíduos Classe I e Classe II.
- Finalidade: Destinação final ambientalmente adequada de resíduos sólidos, substituindo lixões e visando à sustentabilidade.
- Status: Em funcionamento, sendo um dos aterros sanitários do Ceará, com estudos e licenças ambientais (Semace) para sua operação e expansão.
- Você pode acompanhar notícias e publicações sobre o empreendimento no site da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace).
- A prefeitura também tem documentos sobre o sistema de limpeza pública, acessíveis em seu portal.












